Psicologia Positiva

Apresentando a Psicologia Positiva

A Psicologia Positiva vem ganhando corpo desde o final da década de 1990 e tem como um de seus precursores o psicólogo norte-americano Martin Seligman, baseada na possibilidade de o ser humano experienciar sua vida de modo significativo, que faça sentido para si mesmo.

A Felicidade ocupa um lugar fundamental na aquisição de uma vida plena e realizadora, e é como se fosse o termômetro para medir o quanto é fácil ou difícil o alcance desta meta.

O nosso potencial de desenvolvimento é a chave para a construção de novos estilos e modos de experienciar as situações, e está intimamente ligado à nossa facilidade ou capacidade de aprendizado ao longo da vida.



Mas o que é a felicidade?


Sentimento, experiência, emoção ou afeto? Hoje em dia, os cientistas têm se debruçado sobre o que se chama a ciência da felicidade. Nesses estudos, têm-se identificado os níveis de felicidade como preditores de sucesso em nossos empreendimentos e naquilo a que nos propomos na vida; ou seja, quanto mais felizes, mais fácil termos êxito ao colocarmos em prática nossas aspirações.

Quando estamos felizes, ficamos mais bem humorados, o que favorece nossas interações sociais, diminuindo nossa ansiedade e nos possibilitando estar nos relacionamentos de modo mais gentil e empático, o que gera, em retorno, mais empatia e aceitação por parte das pessoas com quem nos relacionamos. Esse casamento é perfeito para a realização plena de objetivos e metas coletivos e individuais.

A Felicidade Aristotélica


Aristóteles, grande filósofo grego, considerava a felicidade como a meta que mobiliza as pessoas, concluindo que nossas ações se dão com o objetivo de sermos mais felizes. Aristóteles complementa, entretanto, que a felicidade é o fruto das nossas ações virtuosas.

A psicologia positiva enfatiza a psicologia das virtudes, o que é interessante por propiciar o auto-reconhecimento do individuo através de processo psicoterapêutico que considera a relevância de identificarmos nossos talentos, virtudes e potências.

Quando pensamos em psicologia da criança e do adolescente, a possibilidade de auto-reconhecimento em termos de potencias e virtudes é de grande relevância para o desenvolvimento individual e, se considerarmos aqui Aristóteles, para a auto-realização em uma vida mais feliz.